27 ABRIL 2019

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50 anos de casados

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Faz hoje 57 anos que...

Pois é verdade! Foi nesta figura, faz hoje 57 anos, que conheci a minha amiga Bé: no 1º dia da escola primária. Ela estava assim, eu, infelizmente, não tenho nenhuma foto desse dia (o que até parece impossível, mas é verdade). E neste dia, a nossa querida professora D. Otília mandou-nos sentar na mesma carteira (como tínhamos alturas muito "parecidas"...) e a certa altura a Bé começou esta conversa:
- "Como é que te chamas?
- Stella. E tu?
- Isabel. Quando é que fazes anos?
- No dia 1 de Julho. E tu?
- No dia 2 de Julho."
E foi assim que começou esta amizade que perdura até hoje... É giro, não é?

6 comentários:

  1. Olá Stella
    Estava para aqui a fazer contas, e cheguei á conclusão que no nosso tempo se entrava na escola a meio de Outubro.
    Pois é...57 anos é uma vida.
    Que Deus vos conserve sempre essa tão linda amizade por muitos anos e com muita saude.
    Amizades destas hoje em dia são difíceis de encontrar.
    Tenho saudades desses tempos de escola.
    Lembro-me de usar a batinha branca sempre limpa e cheirosa e confeccionada pela minha Querida Mãe.
    Engraçado tambem tive uma pasta igual a essa castanha de cabedal.
    Parece que as nossas Mães tinham todas o habito de nos cortar o cabelo curto e prender a franja com um gancho.
    Saudades desta idade eu tenho imensas...não me preocupava com nada, a inocência era muita, a maldade nenhuma.
    Obrigado por me fazer recordar estes tempos de menina de escola.
    Beijocas

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  2. Realmente, pela conversa, nada de bom se adivinhava...
    As conversa de "chacha" continuam...mas nós também! E amigas como ao princípio...
    A Stella é que agora é mais alta que eu! Hoje, ela ficaria na última fila e eu na primeira!...
    Que saudades daquelas férias de três meses, de que nós até nos fartávamos!

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  3. Parabéns minhas amigas pelos 57 anos (ena, pá...tantos!)de conhecimento e amizade.
    Beijinhos às duas.

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  4. Foi a vossa candura (na altura....) de crianças, a simplicidade da conversa de chacha e o facto de ser a "1ª vez" de ambas que vos uniu. Mais 57 é pedir muito, mas fico por mais 37 e eu a ver...
    Abraço às meninas Bé e Stella.

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  5. Oh Lucinha, como se a nossa amizade fosse de muitos menos anos... É só de 56, menos um portanto! Não sei a data certa, e é pena, mas julgo saber que estava na 2ª classe quando te conheci. E que bons tempos passámos... E contigo a conversa de "chacha" deixa estar que quase ganhava a esta outra: porque, em vez de conversarmos, limitámo-nos a passar uma boa parte da noite (enquanto as nossas mães conversavam) a "jogar aos potes" e a rir, a rir, a rir. É a primeira lembrança que tenho de ti e dura... dura... dura... como as tais pilhas! E graças a Deus!!!
    É pena a Teresinha não andar a ver aqui os blogs, porque eu e a Bé também a conhecemos ainda na 1ª classe, embora ela tenha entrado um pouco mais tarde porque estava com uma perna partida no início do ano.
    E, Isa, o seu comentário deu-me uma dica para, talvez amanhã, ter umas coisinhas para publicar. Depois vê. Mas tenho que discordar com o que diz sobre as nossas mães "terem o hábito de nos cortar o cabelo curto". O meu sempre andou bem comprido, ou com canudos, ou com trancinhas, ou com rabo de cavalo. Lá cabelo curtinho é que nunca me lembro de ter tido senão depois de ser bem crescidinha. E foi cortado por vontade própria. Mas que Deus conserve a amizade de todas nós por muitos anos, isso é que importa!
    Bézinha, com que então só agora é que sou mais alta do que tu??? Querem ver que fui adubada... e que tu mirraste... Oh que desgraceira!
    Obrigada Tuka pelos 37 aninhos que nos desejas ainda! E que tu estejas sempre presente, mesmo que seja sempre à distância...

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  6. Pronto, amiga, já li o que referiste ao telefone e que, de facto, me tinha passado despercebido.
    A tua memória está bem melhor que a minha...não me lembro desse "jogo dos potes" que referes, mas lembro-me das risadas que, nem as nossas mães percebiam porquê algumas vezes avisando-nos que "muito riso pouco siso". E tinham razão...

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