27 ABRIL 2019

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50 anos de casados

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Flores das nossas preferências...

Agora vou aqui publicar umas flores e primeiro vou explicar porquê: hoje queria falar à Milú (e não me lembrava do nome) de uma trepadeira de que muito gosto e que tinha duas no meu jardim e que, por causa do tronco de uma delas estar tão grosso que já estava a "magoar" a chaminé da churrasqueira, tivémos que cortá-la neste inverno. Ficámos só com uma (a mais pequena), que já está florida neste momento. Pois Milú, trata-se tão somente de GLICÍNIAS! E a explicação de gostar tanto destas flores, julgo eu, é porque a arcada da porta da vivenda onde os meus pais se casaram era enfeitada de cachos de glicínias e a minha mãe dizia que adorava essas flores e o seu cheiro inebriante. E habituei-me a gostar delas também muito.
E acho engraçado que uma das flores de que a Bé mais gosta é de JARROS, que, curiosamente, creio que também esse gosto lhe vem do facto de serem jarros as flores que a mãe levava na mão no dia do seu casamento. Por acaso a minha mãe também adorava jarros e por isso sempre tive jarros no jardim.
Aqui ficam então exemplares das flores das nossas preferências, associadas aos casamentos das nossas mães.

7 comentários:

  1. E eu que não consigo ter jarros nunca?!Tenho um pé, que mais parece conservado em alcool..mas agora o meu amigo Raul deu-me dois pézinhos e vocês hão-de vê-los...
    Quanto às glícinias lembro-me duma história que vinha numa revista dos nossos tempos de escola, em que havia duas princesas lindas e bem cheirosas e uma delas era Glícinia.Mas fazem umas trepadeiras lindas. Também tenho uma de conserva....E aqui na minha região conheço duas meninas chamadas Glícinia, e são duas doçuras...

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  2. São glicínias sim senhora. São as preferidas do Maurício, se há uma razão para isso não sei. Quanto ao jarros também gosto muito, talvez por a minha mãe ter sempre muitos no jardim, não sei! Fazes o favor de3 ir ver a minha orquidea e as primulas para ver se gostas ou se as tuas sao mais bonitas.

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  3. Afinal começamos a comentar as duas ao mesmo tempo. Já deitaste o Zézinho? O segredo dos jarros e orquideas é o sol e o estarem resguardados. Experimenta e verás como crescem.

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  4. Não digas isso, Milú, que a Bé até já se "degladiou" com o Zézinho por causa do "resguardo" do sol onde haviam de ser colocados os pézinhos dos jarros que foram daqui. Ela diz que lá nas imediações, em pleno terreno bravio e, consequentemente, bem expostos ao sol, há centenas de jarros! Vá-se lá saber... Os meus apanham muito pouco sol. Também são poucochinhos.

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  5. Eu acho que os teus não devem ser jarros ou então será mesmo pela falta de sol que tens poucos. Ora vamos lá plantá-los no sítio adequado e verão os resultado.

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  6. Pois a minha Mãe sempre teve jarros no jardim e quintal.
    Ambos apanham sol e bastante principalmente no jardim.
    Quanto ao resguardo eles apanham chuva, sol, e vento e estão fortes e bonitos.
    E aqueles que se dão no campo ao Deus dará...é ve-los.
    Lembro-me quando havia aqueles terrenos baldios junto ao jardim da igreja, deitava-se para lá os restos das limpezas dos jardins, e quando chegava a primavera tudo o que era flor pegava e florecia incluindo os jarros.
    Como veem os jarros dão-se em qualquer lugar.
    Beijocas

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  7. Cheguei à conclusão que gosto de flores, ponto.
    Não consigo ter preferências. Nem sou capaz de não gostar de alguma. Só tenho pena que o meu sítio tenha uma terra tão esquelética e que seja preciso cuidar das flores que se plantam quase que em permanência para se aguentarem. Por isso, contento-me com as do campo que este ano ainda não desabrocharam como é costume.

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